Curso de Engenharia Química da Unifei recebe nota 5 em avaliação do MEC

Os alunos de Engenharia Química da Unifei estiveram reunidos com avaliadores do MEC.

Atualmente, a graduação avaliada pelo MEC possui 174 alunos, matriculados entre 2012 e 2017.

Ao centro, a professora Márcia, coordenadora, e demais docentes do curso de Engenharia Química da Unifei.

 

No início do mês de abril, o curso de Engenharia Química da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) passou por uma avaliação para credenciá-lo perante o Ministério da Educação (MEC), tendo obtido a nota 5, que é a máxima para o reconhecimento de graduações no Brasil. Após o término do processo, será publicada uma portaria no Diário Oficial da União, reconhecendo oficialmente o curso. Na oportunidade, houve uma reunião entre os avaliadores do MEC e 145 alunos da graduação em Engenharia Química, na qual eles foram questionados sobre o curso e a Universidade. 

A professora Márcia Regina Baldissera Rodrigues, coordenadora da graduação em Engenharia Química da Unifei comentou sobre a classificação do curso junto ao MEC: “Estou extremamente feliz e satisfeita com a nota 5 que recebemos, pois isto só vem mostrar que estamos no caminho certo e que todo o trabalho realizado pelos professores e alunos nesses anos foi importantíssimo para sermos bem avaliados”.

Atualmente a graduação avaliada possui, no total, 174 alunos, sendo: 23 matriculados em 2012, 28 em 2013, 36 em 2014, 32 em 2015, 25 em 2016 e 30 em 2017. Nas áreas específicas da Engenharia Química, além da coordenadora, há mais cinco professores atuando no curso: Maisa Tonon Bitti Perazzini, Karina Arruda Almeida, Hugo Perazzini, Maxmilian Joachim Hodapp e Thiago Vaz da Costa.

De acordo com a professora, no Ranking Universitário da Folha de 2016, o curso ocupava a 80ª posição de um total de 152 cursos. Ela ressaltou que, devido à implantação recente do curso, em 2012, nesta classificação, alguns critérios ainda não foram avaliados, como, por exemplo, a avaliação de mercado e a nota do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). “Com a nota máxima recebida na avaliação do MEC e o ingresso de nossos alunos em empresas nacionais e multinacionais de renome, como já vem ocorrendo, a expectativa é de que o curso ocupe boas posições no ranking em um futuro bem próximo”, disse a professora.

Segundo Márcia, todos os esforços foram direcionados para consolidar o curso de graduação e receber uma boa avaliação. “Com este primeiro passo alcançado, um dos nossos objetivos agora será a implantação de uma pós-graduação em Engenharia Química, trabalhando paralelamente para sempre manter a nota máxima e termos um curso de excelência e de referência nessa área no Brasil”, explicou ela.

A professora disse que o contato dos alunos com as práticas de laboratório é fundamental para a sua formação acadêmica. “Buscamos sempre envolver ao máximo aluno e equipamentos e, com isso, as aulas práticas proporcionam aos alunos o contato com equipamentos e instalações de escala industrial, visando uma formação prática bem consolidada ao futuro engenheiro químico”, revelou a professora.

Para ela, também é fundamental a relação de ensino, pesquisa e extensão nos mais variados ramos da engenharia, o que fortalece a base e a formação dos alunos. Desta forma, os alunos estão envolvidos em projetos de extensão, como a Oficina Piloto de Engenharia Química (Opeq), que caminha para o registro de seu quarto projeto em menos de seis meses, participação em projetos de pesquisa e em grupos de pesquisa registrados no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Além disso, a professora disse que, pela necessidade de o engenheiro químico relacionar a engenharia de processos com as demais áreas responsáveis pelo processo produtivo, o curso busca preparar os alunos para um ambiente competitivo em decorrência dos grandes avanços tecnológicos vivenciados pela indústria química, oferecendo uma fundamentação teórica bem específica nas áreas de instrumentação e controle de processos químicos, com a utilização de linguagens de programação e softwares livres e em código aberto no projeto destas estruturas com posterior aplicação nos equipamentos disponíveis nos laboratórios.

Márcia também revelou que, desde o início, o curso vem se destacando em eventos acadêmicos, tais como as duas edições da Semana de Engenharia Química (SEQ), realizadas nos anos de 2013 e 2014, e os Seminários de Engenharia Química (Semeq), inserido no evento Seminário de Recursos Naturais (SRN), promovido todo ano pelo Instituto de Recursos Naturais (IRN). “Tais eventos acadêmicos contam com palestras e minicursos voltados especificamente aos alunos, cujo objetivo é proporcionar o contato com profissionais especializados nas diversas áreas da Engenharia Química”, detalhou a professora.

A coordenadora adiantou que, ainda neste ano, será realizado na Unifei o XXII Congresso Regional de Estudantes de Engenharia Química (Coreeq), um evento importante, que reúne alunos de diversas regiões do país. Além disso, os alunos envolvidos com atividades de Iniciação Científica terão a oportunidade de participar do Congresso Brasileiro de Engenharia Química em Iniciação Científica (Cobec-IC) 2017, realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), quando poderão divulgar os trabalhos realizados na Unifei e ter contato direto com estudantes das diversas áreas da Engenharia Química.

“Conseguimos nota máxima, e isto nos motivou ainda mais a trabalhar para alavancar, cada vez mais, o nome da Engenharia Química da Unifei. Agradeço a Reitoria, a Pró-Reitoria de Graduação e o Instituto de Recursos Naturais, por todo apoio dado à Engenharia Química, e ainda mais aos alunos que tiveram e têm um papel fundamental no desenvolvimento deste curso”, finalizou a professora Márcia.

 



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